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Antologia: Goulart Nogueira
( 232254344)

Descrição

Detalhes do Artigo

Condição de utilização:
Novo
Tema do livro:
Portugal
Título original do livro:
Antologia: Goulart Nogueira
Autor(es):
Alberto Araújo Lima
Colecção:
Contra-Corrente
Editora:
Contra-Corrente
Nº da Edição:
1ª Edição
Ano de edição:
2021

Idioma:
Português

Formato:
Grande

Tipo de capa:
Capa mole

Nº de Páginas:
322

ISBN:
9798729438198



“Já ouvi dizer que foi um poeta fascista, um reaccionário, arrumado assim para sempre na estante dos malditos e dos impronunciáveis. É espantoso como gente responsável pode atrever-se a exame tão superficial e a conclusão tão ignorante.

Poucos se dão conta da importância que assumiu, nas fileiras nacionalistas, o projecto da revista Tempo Presente (1959-1961). Encabeçada por Fernando Guedes, António José de Brito, Caetano de Melo Beirão, Couto Viana e o próprio Goulart Nogueira, propôs a destino um nacionalismo de vistas largas, contra o patriotismo rançoso e estreito, que não estima a afirmação das outras nações.
(…)

Goulart abraçou a cultura, toda a cultura, sem melindres ideológicos. Foi poeta, contista, declamador excelente, actor e encenador, dirigiu jornais e revistas, traduziu Kleist, Apollinaire, Strindberg e Brasillach, escreveu páginas notáveis de doutrina, afirmou-se como crítico e homem do teatro. (…)”.

Nesta antologia encontram-se, entre outros, artigos sobre Alfredo Pimenta, António Sardinha, Salazar, Fascismo, Monarquia, Robert Brasillach, Drieu La Rochelle, Rudolf Hess, uma entrevista e um questionário a Goulart Nogueira, poemas de combate, textos de homenagem após a sua morte… A recolha foi feita no jornal “Mensagem” (1950-1952), na revista “Tempo Presente” (1959-1961), no jornais “Diário da Manhã” (1963-1964), “Frente” (1966), “Agora” (1966-1968), “Vanguarda” (1970), jornal e revista “Política” (1970-1972), “A Rua” (1976), “Acção” (1986) e revista “Último Reduto” (1988).

“Os gigantes nunca morrem — e Goulart é um deles.”

Edição limitada e numerada à mão.

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Sim
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Portes Grátis (vendedor paga custos de envio)
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-
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-
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Correio normal
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2 dias úteis
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Ano de edição:
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9798729438198



“Já ouvi dizer que foi um poeta fascista, um reaccionário, arrumado assim para sempre na estante dos malditos e dos impronunciáveis. É espantoso como gente responsável pode atrever-se a exame tão superficial e a conclusão tão ignorante.

Poucos se dão conta da importância que assumiu, nas fileiras nacionalistas, o projecto da revista Tempo Presente (1959-1961). Encabeçada por Fernando Guedes, António José de Brito, Caetano de Melo Beirão, Couto Viana e o próprio Goulart Nogueira, propôs a destino um nacionalismo de vistas largas, contra o patriotismo rançoso e estreito, que não estima a afirmação das outras nações.
(…)

Goulart abraçou a cultura, toda a cultura, sem melindres ideológicos. Foi poeta, contista, declamador excelente, actor e encenador, dirigiu jornais e revistas, traduziu Kleist, Apollinaire, Strindberg e Brasillach, escreveu páginas notáveis de doutrina, afirmou-se como crítico e homem do teatro. (…)”.

Nesta antologia encontram-se, entre outros, artigos sobre Alfredo Pimenta, António Sardinha, Salazar, Fascismo, Monarquia, Robert Brasillach, Drieu La Rochelle, Rudolf Hess, uma entrevista e um questionário a Goulart Nogueira, poemas de combate, textos de homenagem após a sua morte… A recolha foi feita no jornal “Mensagem” (1950-1952), na revista “Tempo Presente” (1959-1961), no jornais “Diário da Manhã” (1963-1964), “Frente” (1966), “Agora” (1966-1968), “Vanguarda” (1970), jornal e revista “Política” (1970-1972), “A Rua” (1976), “Acção” (1986) e revista “Último Reduto” (1988).

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